Em sessão plenária realizada nesta quinta-feira, os parlamentares da Assembleia Legislativa de Sergipe aprovaram por unanimidade o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias para o ano de 2027. A aprovação da LDO cumpre um rito constitucional essencial antes do recesso de meio de ano, garantindo que a administração do estado tenha parâmetros definidos para planejar as despesas públicas. A partir desse texto, o governo estadual poderá formatar a Lei Orçamentária Anual que trará a distribuição exata dos recursos para segurança, saúde preventiva e assistência social em todas as regiões sergipanas.
O orçamento prévio projetado para o exercício de 2027 estabelece uma receita bruta estimada em pouco mais de vinte e um bilhões de reais, considerando as projeções econômicas nacionais e as transferências constitucionais de recursos da União. Os deputados puderam acrescentar emendas parlamentares ao texto original enviado pelo Poder Executivo para assegurar que demandas regionais, especialmente do interior e do Agreste de Sergipe, fossem integradas como prioridades no planejamento financeiro. A meta central do projeto é garantir o equilíbrio fiscal diante do cenário de arrecadação do estado.
Retomada dos Trabalhos e Matérias Aprovadas na Sessão
A última sessão ordinária do semestre foi marcada por um intenso ritmo de votação para limpar a pauta de projetos acumulados nas comissões. Ao todo, além da matéria orçamentária, os deputados estaduais aprovaram outras quarenta propostas de lei, somando quarenta e um textos deliberados em um único dia de esforço concentrado no plenário da Alese. Essa limpeza de pauta assegura que os deputados iniciem o recesso parlamentar sem deixar pendências urgentes que pudessem comprometer o andamento de programas de desenvolvimento regionais.
Com o encerramento oficial dos trabalhos em plenário, os deputados dão início ao recesso parlamentar do meio de ano, que se estenderá até o dia trinta e um de julho. Embora as atividades de gabinete e o atendimento às bases eleitorais no interior continuem ocorrendo, as sessões plenárias e as discussões das comissões permanentes de justiça e finanças só serão retomadas de forma oficial no dia quatro de agosto, quando os debates sobre a distribuição das verbas do estado voltam à pauta diária.
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