A corte do Tribunal Superior Eleitoral reafirmou o compromisso com a transparência e desmentiu alegações feitas pelo senador Flávio Bolsonaro a respeito da fabricação das urnas eletrônicas brasileiras. A manifestação do órgão ocorreu nesta quarta-feira, vinte e dois de julho, após fala do parlamentar em um painel com diplomatas internacionais.
Produção nacional e contratação de serviços
O tribunal frisou que a Smartmatic jamais desenvolveu programas ou forneceu equipamentos de votação para o Brasil. A Justiça Eleitoral explicou que a arquitetura dos aparelhos é desenvolvida por servidores próprios e que o fornecimento dos componentes segue rito legal de licitação aberta, ressaltando que o contrato mantido com a referida empresa no passado destinava-se estritamente à logística de transmissão de voz e dados.
Resposta da equipe do pré-candidato
Em contraponto às críticas, a assessoria do pré-candidato declarou que a fala se baseou em documentos desclassificados da agência de inteligência americana sobre a Venezuela, negando qualquer intenção de fomento a dúvidas sobre o pleito nacional. A nota da campanha reiterou o respeito às instituições e ao aperfeiçoamento da integridade eleitoral.
Com informações de Lucas Pordeus León, Agência Brasil
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