Policial sergipano e colega de corporação são mortos a tiros dentro de viatura em Alagoas

Yago Gomes Pereira, de 33 anos, e outro agente de Pernambuco foram baleados por um colega de corporação em viatura descaracterizada; atirador foi preso.

Redação Isto é Lagarto
3 Min Leitura
(Foto: Polícia Civil de Alagoas)

Uma tragédia chocou os setores de segurança pública do Nordeste na madrugada desta quarta-feira (20). O policial civil sergipano Yago Gomes Pereira, de 33 anos, e o também agente de polícia Denivaldo Jardel Lira Moraes, de 47 anos, natural de Pernambuco, foram assassinados a tiros por um colega de farda no interior de uma viatura oficial. O crime ocorreu no estado de Alagoas, onde as vítimas eram lotadas.

De acordo com as informações preliminares divulgadas pela Secretaria de Segurança Pública de Sergipe (SSP/SE), os três policiais civis retornavam de uma missão institucional em uma viatura descaracterizada quando o autor dos disparos, que também integrava a equipe, abriu fogo contra os companheiros. O atirador foi contido e preso em flagrante pelas forças de segurança alagoanas. A motivação oficial do crime ainda não foi esclarecida.

Histórico e Luto na Corporação

Yago Gomes Pereira era filho de Sergipe e havia ingressado nos quadros da Polícia Civil de Alagoas recentemente, em 26 de setembro de 2023, onde exercia suas funções com dedicação. Denivaldo Jardel, a outra vítima, acumulava mais tempo de atuação e era natural do estado vizinho de Pernambuco.

Em virtude do falecimento trágico, a Polícia Civil de Sergipe emitiu uma nota oficial de profundo pesar, prestando solidariedade e condolências aos familiares e amigos dos agentes:

“A instituição sergipana se solidariza com a Polícia Civil de Alagoas, amigos e familiares das vítimas, especialmente com os familiares do policial Yago Gomes Pereira, filho de Sergipe, que honrou a segurança pública com dedicação, coragem e espírito de missão.”

Investigações

Os corpos dos agentes foram recolhidos para o Instituto Médico Legal (IML). O caso está sob a responsabilidade da Delegacia de Homicídios da Polícia Civil de Alagoas, que abriu um inquérito policial com prioridade máxima para esclarecer toda a dinâmica e as circunstâncias que motivaram o crime bárbaro.

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