Alckmin assina acordos com a Fiesp e defende debate sobre jornada de trabalho no Brasil

Presidente em exercício destacou defesa comercial, Selic e mudanças na escala 6x1 durante evento em São Paulo

Redação Isto é Lagarto
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Geraldo Alckmin participa de cerimônia de assinatura de protocolos de cooperação com a Fiesp.

O presidente da República em exercício e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, assinou nesta segunda-feira (23) dois protocolos de intenções com a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), voltados ao fortalecimento da defesa comercial e à melhoria do ambiente regulatório no país.

Durante o evento, também comentou a discussão sobre o fim da escala 6×1 e afirmou que a redução da jornada de trabalho é uma tendência observada em diversos países.

Protocolos reforçam defesa comercial

O primeiro acordo firmado entre o ministério e a Fiesp trata da cooperação institucional para promover o comércio justo e combater práticas desleais no comércio exterior.

Entre as medidas previstas estão o desenvolvimento de ferramentas técnicas, como uma calculadora de margem de dumping, além do compartilhamento de informações estratégicas.

O segundo protocolo é voltado ao ambiente regulatório, com foco na redução da burocracia, digitalização de serviços públicos e diminuição de custos administrativos para empresas.

Segundo Alckmin, a parceria busca fortalecer a competitividade e garantir maior equilíbrio nas relações comerciais.

Debate sobre escala 6×1

Durante a cerimônia, o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, sugeriu que a discussão sobre o fim da escala 6×1 seja adiada para 2027, por se tratar de ano eleitoral.

Alckmin, por sua vez, afirmou que a redução da jornada é um tema que precisa ser debatido com profundidade, destacando que há uma tendência internacional nesse sentido.

Expectativa sobre a Selic

O presidente em exercício também disse estar confiante de que o Comitê de Política Monetária (Copom) possa iniciar a redução da taxa básica de juros na próxima reunião, prevista para março.

Atualmente, a Selic está fixada em 15% ao ano. Segundo ele, a apreciação do real e a desaceleração dos preços de alimentos podem contribuir para esse movimento.


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